Isabela Rossin – Pele

Isabela Rossin, Brazil


The photo book “Pele” by Brazilian photographer Isabela Rossin, aims to portray different types of Brazilian women in their region, showing a little bit of its essences, its brands. Showing body differences and how important this is for our society, since since new we are forced to follow standards of beauty. To understand this work, we must first define at least a little bit what a body is. At first glance, the body is what is most concrete and natural to man. We always had or were a body; therefore, it seems familiar to us, the most accurate record of what we consider “our identity”. The Body, like life, is constantly changing. Physical appearances demonstrate this trend in an exemplary way: they are never ready, although they are never in the draft. (Sant’Anna, 2000) But this body is far from being merely constituted by physiological laws, supposedly immutable, it does not escape history. It makes sense to say that each culture has its body as it has its language (De Certeau, 1982). In addition to being a historical process, the body functions as a processor of history, through which cultural and biological legacies are conveyed and modified. In this project we work on the woman’s naked body, which frightens in the face of nudity, is the cry for freedom, her awareness of herself, of the unveiling she proposes for the eyes of others, of not denying her own body, her history marked, unconditional acceptance of their forms and make sense of them.


Isabela Rossin, Brazil

O foto livro “Pele” da Fotógrafa brasileira Isabela Rossin, tem o intuito deretratar diferentes tipos de mulheres brasileiras da sua região, mostrando um pouco de suas essências, suas . Mostrando as diferenças corporais e como isso é importante, para nossa sociedade, já que desde novas somos impostas a seguirmos padrões de beleza.

Para entendermos esse trabalho, precisamos antes definir pelo menos rasamente o que é um corpo. À primeira vista o corpo é o que há de mais concreto e natural ao homem. Sempre tivemos ou fomos um corpo; por conseguinte, ele nos parece familiar, o registro mais fiel daquilo que consideramos “a nossa identidade”.

O Corpo, tal como a vida, está em constante mutação. As aparências físicas demonstram de modo exemplar esta tendência: elas nunca estão prontas, embora jamais estejam no rascunho. (Sant’Anna, 2000)

Mas esse corpo está longe de ser apenas constituído por leis fisiológicas, supostamente imutáveis, não escapa à história. Faz sentido dizer que cada cultura tem seu corpo assim como ela possui a sua língua (De Certeau, 1982). Além de ser um processo histórico, o corpo funciona como um processador da história, por meio do qual são veiculados e modificados os legados culturais e biológicos. Neste projeto trabalhamos o corpo nú da mulher, que assusta diante da nudez, é o grito de liberdade, a consciência dela em si mesma, do desvelamento que ela propõe para o olhar do outro, em não negar o seu próprio corpo, a sua história marcada, aceitação incondicional de suas formas e nelas fazerem todo sentido.


Isabela Rossin, Brazil


El libro de fotos “Pelé” de la fotógrafa brasileña Isabela Rossin, tiene como objetivo retratar diferentes tipos de mujeres brasileñas en su región, mostrando un poco de sus esencias, su marcas Mostrando diferencias corporales y cuán importante es esto para nuestra sociedad, ya que desde nuevo Nos vemos obligados a seguir los estándares de belleza. Para comprender este trabajo, primero debemos definir al menos un poco qué es un cuerpo. A primera vista, el cuerpo es lo más concreto y natural para el hombre. Siempre tuvimos o fuimos un cuerpo; por lo tanto, nos parece familiar, el registro más preciso de lo que consideramos “nuestra identidad”. El cuerpo, como la vida, cambia constantemente. Las apariencias físicas demuestran esta tendencia de una manera ejemplar: nunca están listas, aunque nunca están en el draft. (Sant’Anna, 2000) Pero este cuerpo está lejos de estar simplemente constituido por leyes fisiológicas, supuestamente inmutables, no escapa a la historia. Tiene sentido decir que cada cultura tiene su cuerpo como tiene su idioma (De Certeau, 1982). Además de ser un proceso histórico, el cuerpo funciona como un procesador de la historia, a través del cual se transmiten y modifican los legados culturales y biológicos. En este proyecto, trabajamos en el cuerpo desnudo de la mujer, que asusta ante la desnudez, es el grito de libertad, su conciencia de sí misma, de la revelación que propone a los ojos de los demás, de no negar su propio cuerpo, su historia. aceptación marcada e incondicional de sus formas y darles sentido.


https://www.instagram.com/br.isabela_/

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